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EE MODULAR JOÃO
XXIII
AMERICANA -SP -
Br |
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O RIBEIRÃO QUILOMBO
UM ESTUDO INTERDISCIPLINAR NO SISTEMA MODULAR DE
ENSINO
(trabalho de Estudo
do Meio feito por Rodrigo, Renato, Vinicius e Gustavo - 1 col. A, sob
Coordenação da Professora Rosalina Goss, Bióloga) - 2000
O USO DESTA PESQUISA É LIVRE, DESDE QUE CITADA A
FONTE) |
INTRODUÇÃO PARA
O SITE:
Americana,
localizada na Região Metropolitana de Campinas, no interior de S.Paulo, é uma
cidade de porte médio, com cerca de 240 mil habitantes. É caracterizada como "
industrial". Corta-a no sentido Leste-Oeste um ribeirão relativamente caudaloso,
chamado " Quilombo" , de águas hoje altamente poluídas com concentração de
elementos tóxicos e sem registros de vida.
Das cidades a
montante do ribeirão,apenas Americana está fazendo o tratamento de esgotos
domiciliares para depois lançar as águas servidas no mesmo.
Ainda no município
de Americana esse ribeirão deságua no Rio Atibaia, que unindo suas águas com o
Jaguari, ambos extremamente poluídos, formam o Rio Piracicaba, uma das mais
importantes vias fluviais do nosso Estado, outrora rica em peixes e própria para
a prática de esportes e hoje caracterizado como "esgoto a céu
aberto".
Este trabalho,
totalmente realizado sob a forma de "estudo de campo", teve a Coordenação da
Bióloga Rosalina Goss, titular da cadeira de Biologia da EE MODULAR JOÃO
XXIII.
Eventuais desacordos
com os roteiros não foram corrigidos na origem, por se tratar de trabalho feito
pelos alunos e por não querermos colocar aqui nenhum acréscimo ou crítica na
formulação.
A
PESQUISA
A Rua Anhangüera é uma das mais próximas
ao rio Quilombo, que nasce na cidade de Campinas e deságua no Rio
Piracicaba, logo depois que ele é formado. (
nota importante: na verdade, como
lembra o Prof. Massao na data de hoje (03-11-2005), o Quilombo deságua no Rio
Piracicaba, logo depois que é formado pelos rios Atibaia e
Jaguari)
Nessa rua existem alguns
terrenos baldios, casas e algumas tinturarias de tecidos que contribuíram para a
poluição do rio. Hoje elas captam a areia poluída não só pelas firmas e esgotos
domiciliares da nossa cidade, mas também de Campinas, Sumaré, Nova
Odessa.
As tinturarias captam as
águas e as tratam com sulfato de sódio de alumínio, soda barrilha, cloro,
lanflote e, mesmo ficando aparentemente puras, não podem ser consumidas mas
usadas apenas para fazer tingimento de tecidos. Depois de usadas, são lançadas
ao rio muito mais sujas, com resíduos químicos.
Na Rua Anhanguera, além de
serem encontradas essas pequenas estações de tratamento de águas, existem também
bares, escolas, ateliês e outros tipos de comércio.
O Rio Quilombo, além de
ser poluído pelas empresas citadas de Campinas, Sumaré e Americana e de receber
esgotos domésticos dessas cidades, também é poluído por moradores ribeirinhos
que atiram lixo no mesmo, nada fazendo para melhorar a situação.
As águas do rio são
geralmente escuras, variando muito a cor, dependendo do tipo de tecido que foi
tingido. Cheiram mal, odor forte de podridão. Pudemos notar nele entulhos
diversos, bagaço de cana (que é muito agressivo ao rio porque se cair nas águas
fermentam). Nas margens pode-se notar pequenas árvores e gramíneas, não havendo
ocorrência de mata ciliar. Os barrancos são erodidos, cheios de sujeira.
Contudo, apesar dessas ocorrências, dizem os moradores das proximidades que
ainda se nota vida, como alguns peixes mais resistentes e tartarugas,
provavelmente fugidas de casas onde eram criadas.
Entrevistando alguns
moradores antigos, os mesmos dizem que há cerca de cinqüenta anos atrás, quando
o rio era bem mais limpo, os moradores tomavam banho nele, irrigavam plantações,
lavavam roupas e louças, pescavam... disseram que podiam ser vistos animais de
porte, como "capivaras, jacarés e...até uma onça..."(sic). Hoje tais animais não
existem mais e nem a população se utiliza das águas para tais fins: apenas as
tinturarias fazem uso delas.
Nas proximidades do rio
existem muitos problemas, todos causando mais poluição ainda: moradores que
depositam lixo às suas margens, sem pensar que nas chuvas fortes e enxurradas
esse lixo é levado para dentro dele. Falta a consciência de que essas pessoas
são as que mais sofrem com os problemas que ajudam a criar, bem como às
indústrias para que parem de jogar tantos produtos químicos no
rio.
De todos os cursos d'água
da região, QUILOMBO é o mais popular. É bastante conhecido por crianças, jovens
e adultos de Americana, Nova Odessa, Sumaré, Nova Veneza, Hortolândia e
Campinas, municípios que banha.
Está ligado à história e à
geografia de todos esses municípios, os quais hoje integram a Região
Metropolitana de Campinas.
A referência que crianças
e jovens de hoje fazem ao Quilombo, infelizmente não é das mais agradáveis, pois
ele é bastante citado pelo seu cheio característico de mistura de produtos
químicos e esgoto, além da sua cor preta, cinza escuro ou outra cor da moda,
conforme as estampas dos tecidos: roxo, fúcsia, azul petróleo,
etc.
Para os habitantes que
viveram nessa região até os anos 50 ou início dos anos 60, guardam estes
recordações das travessuras da época da infância., quando nadar nas suas águas
cristalinas era a realização dos sonhos de todos os garotos.
Entrevistamos a Sra.
Jandyra Rodrigues Azenha Gobbo, 84 anos, moradora da rua Bororos, da Nova
Americana. Contou-nos que na década dos anos 40, nos domingos, passeava de barco
pelo rio com seu marido remando. Foram momentos de grandes emoções recordar-se
disso.
Quem foi jovem na década
dos anos 20, tem vivas na memória as regatas e competições de natação em Carioba
e as piscinas naturais do Quilombo.
Em nossos dias o ribeirão
lidera as estatísticas dos cursos d'água mais poluídos: recebe a cada dia 8.000
Kg DBO/dia em detritos industriais e 1.800 Kg DBO/dia de esgotos industriais.
Para se ter uma idéia do significado disso, o rio Atibaia, muito mais volumoso,
recebe certa de 3.500 DBO/dia.
REGISTROS HISTÓRICOS
Os primeiros registros
históricos com os quais deparamos em nossa pesquisa dão conta da existência do
ribeirão Quilombo nos documentos de sesmarias da região.
Conceição Aparecida
Martins (*), 1991, cita: "Entre os pioneiros da ocupação definitiva da região
estava o sesmeiro Domingos da Costa Machado, senhor de vários engenhos e terras
banhadas pelo Quilombo..."
Francisco Antônio de
Toledo, em seu livro UMA HISTÓRIA DE SUMARÉ: DA SESMARIA À INDÚSTRIA,
1995,registra:
"...Em 1799, quando foi
concedida a Ignácio Caetano Leme e outros uma sesmaria nesta região, aparece
pela primeira vez o nomes do Ribeirão Quilombo..." Cita ainda este autor que " A
região do Quilombo (século XVIII), se refere, às vezes, ao ribeirão, às vezes ao
sítio, às vezes à fazenda, à região, ao bairro... A região do Quilombo ia
aproximadamente da fazenda do Chapadão, onde ele nasce, até a desembocadura no
Atibaia, já perto do rio Piracicaba que este forma junto com o Jaguari. No
trajeto, passa pelos municípios de Sumaré, Nova Odessa () e Americana. Trata-se,
A grosso modo, da bacia do Ribeirão Quilombo, abrangendo uma imensa área coberta
antigamente de férteis terras e densas matas. O Ribeirão Quilombo, como curso
d'água é também largamente citado nos documentos, em especial nas fazendas, e em
suas margens se instalavam monjolos, engenhos de pinga, moinhos de milho,
benefício de arroz e olarias..."
Em relação ao nome
Quilombo, sem dúvida refere-se ao quilombo de escravos fugidos, uma vez que
havia escravos em fazendas de toda a região e em Campinas.
Cita Francisco de Toledo
que "no século XVIII a Vila de São Carlos (Campinas) tinha 701 escravos",
porém não há registros oficiais da existência de um quilombo às margens
desse ribeirão.
ÁREA DA
SUB-BACIA
O
Ribeirão Quilombo nasce, sem dúvida alguma, no município de Campinas e deságua
no município de Americana, no rio Atibaia, pouco antes deste formar, com o
Jaguari, o rio Piracicaba. Seu curso está sobre as terras dos atuais municípios
de Campinas, Sumaré, Nova Veneza, Hortolândia, Nova Odessa e Americana. A
descrição que dele faz Francisco Toledo, baseada em antigos registros
históricos, dá a impressão que o ribeirão é às vezes confundido com o Atibaia,
quando se refere à Praia Azul e a Salto Grande.
O vale do Quilombo serviu
como um caminho natural para a construção da ferrovia e, depois, a rodovia
Anhanguera foi construída em paralelo com o ribeirão até Americana, embora essa
construção tenha preferido linhas mais retas que mais baixas.
Não encontramos registros
da extensão exata do Quilombo, porém tomando como base a extensão da rodovia e
da ferrovia entre Campinas e Americana e levando ainda em consideração seus
meandros, pode-se afirmar que ele tem entre 40 a 45 Km entre as nascentes e a
foz.
NASCENTES
As referências sobre a
nascente do Quilombo são as mais variadas. Há registros indicando a fazenda
Chapadão, hoje bairro de Campinas, assim como há registros levando à fazenda Boa
Vista, no mesmo município.
Recentemente, em outubro
de 1998, foi feita uma investigação para determinar o local exato das nascentes,
no Clube Andorinhas, que fica no bairro do Chapadão, segundo nos informaram na
Coordenadoria de Educação Ambiental da Prefeitura de Campinas. Registrou-se
fotograficamente a suposta nascente, localizada na propriedade desse
clube.
No Andorinha Parque Clube
depara-se com uma cascata com certa de 30 metros de altura, com águas
abundantes, no meio de um bosque com muitas árvores de grande porte.
Entretanto, embora a
beleza do lugar seja muito grande, sente-se o cheiro forte da mistura de
elementos químicos e esgoto, característico do ribeirão em terras já em nosso
município.
Foram coletadas amostras
de água a jusante da cascata (10 hs a.m.) e o resultado da análise do oxigênio
foi de 3,1 ml/l, quando o ideal é de 7 a 8 ml/l. O resultado da análise da
condutividade (que mede a existência de metais em suspensão)m foi de 430 uS/cm.
quando o tolerável é de até 90 uS/cm.
Primeiro questionamento
que colocamos: como pode, numa queda d'água daquela altura, não ocorrer a
oxigenação das águas? Segundo questionamento: como seria possível este resultado
na nascente, se na lagoa formada por este mesmo córrego, à jusante, no Círculo
Militar de Campinas, uma hora antes, o resultado da análise tinha sido de 5,1
mg/l e a condutividade de 131 uS/cm? Além disso, as medidas da transparência da
água represada no Círculo Militar chegam a 4,8 metros de
profundidade.
Em função desses
questionamento, realizamos nossa pesquisa tentando encontrar respostas.
Um zelador do Andorinha Parque Clube, que
ali trabalha desde sua fundação em 1964, revelou que até a década dos anos 70 os
sócios do Clube pegavam água na cascata para beber, e que a nascente ficava logo
a montante dela. Hoje tem ali uma rua asfaltada (Rua Otaviano Alves de Lima) e
no seu início, mais exatamente no número 60, existe um Templo Budista. Nesse
local existe rede de esgoto. Contudo, bem ao lado da cascata há duas tubulações,
uma transportando o esgoto puro em grande quantidade e outra trazendo as águas
do córrego. Ambos os tubos derramam seus líquidos na cascata misturados. 
Identificamos, portanto, o
primeiro impacto sobre o curso do Quilombo, justificando assim o baixo teor de
oxigênio, devido à grande quantidade de matéria orgânica ali lançada in natura,
sem qualquer tipo de tratamento.
Subindo a avenida,
encontra-se um cidadão de nome José Rodrigues Filho, nascido em 11/8/1920, e
residente na rua Argentina, no 39. Segundo informa, quando foi loteada a Fazenda
Chapadão, na área foi construído um aterro e o córrego foi canalizado. Esse
cidadão nos informou que o córrego passava pela Fazenda Militar (terras
pertencentes ao X Batalhão de Infantaria Blindada) e pelo bairro dos Amarais
(atrás da casa de materiais de construção UEMURA), indo se juntar a um outro
pequeno manancial originário na Fazenda Santa Elisa, dando início assim ao
ribeirão Quilombo propriamente dito.
Pode-se verificar que após
a cascata do Andorinha Parque Clube o córrego do Chapadão era novamente
canalizado até o final da Avenida Dr Francisco Maia e verifica-se, em outros
trechos a céu aberto, a existência de inúmeras bocas-de-lobo, assim chamadas as
tubulações que lançam esgoto no córrego.
Constatamos também que o córrego atravessa vários quilômetros na
Fazenda Militar, passando por áreas sem construção alguma e outras de brejo,
levando a concluir que o córrego se autodepurava naturalmente até chegar ao
Círculo Militar onde foi represado com finalidades de lazer, justificando assim
o maior teor de oxigênio e a baixa condutividade naquele trecho onde foi
coletada a amostra de água durante a manhã.
Seguindo ainda as
informações recebidas, chega-se ao atual bairro Jardim Eulina. Neste local
pudemos entrevistar o Sr José Aparecido Prates, nascido em 10/6/1951, conhecedor
do bairro por residir nele há mais de trinta anos e dado que é motorista da
Prefeitura Municipal de Campinas.
Segundo esse cidadão, o
Quilombo é formado por três regatos distintos: um originário na Fazenda Santa
Elisa em frente ao atual Correio Popular; outro é o que nasce na Fazenda
Chapadão, o qual já tínhamos investigado e o terceiro está no bairro do Jardim
Eulina, antiga Fazenda da Boa Vista.
Segundo as suas
informações, os córregos Chapadão e Boa Vista se encontravam antes do UEMURA, ao
seu lado esquerdo e, mais adiante, essas águas recebiam as do córrego da Fazenda
Santa Elisa que corre ao lado direito dessa mega-loja, formando então o Ribeirão
Quilombo.
Essa junção pode ser vista
nos fundos da chácara Recanto da Fortuna, com as águas do Chapadão e Boa Vista à
direita e as do córrego Santa Elisa à esquerda.
DESPEJOS DE
DETRITOS NO RIBEIRÃO QUILOMBO
Todas as cidades a
montante da foz do Quilombo, desde as suas nascentes, despejam detritos
industriais e esgoto semtratamento nas águas do Quilombo.
Cabe lembrar aqui que o
não tratamento dos esgotos tem relação com a proliferação de doenças hídricas e
com a mortalidade infantil.
A média da mortalidade
infantil entre crianças com menos de um ano nos municípios que compõem a bacia
do Rio Piracicaba é de 30 para cada mil recém-nascidos, enquanto que em
Americana e Vinhedo esse índice cai para 8 por mil.
Na CETESB de Campinas
encontramos a relação das indústrias poluidoras do rio:
Ceralit S/A Indústria e
Comércio, Ashland Res. Sint. S/A, Gevisa, Robert Bosch do Brasil. Em Sumaré
temos: Pirelli S/A; em Nova Odessa: Tinturaria e Estamparia Wierzel, Ober S/A
Indústria e Comércio, Feltrin Irmãos- Industria Têxtil S/A, A.K.S
Pistões, Tecelagem Hudtelfa Ltda. Em Americana: Degussa S/A, Tecelagem Jacyra
Ltda, Distral S/A, Tecelagem Jolitex Ltda, Indústria Têxtil Dahruj S/A, TASA -
Tinturaria Americana S/A, União Fabril de Americana S/A.
QUALIDADE DA
ÁGUA DO RIBEIRÃO QUILOMBO EM AMERICANA
A última coleta para
análise qualitativa foi feita no dia 15 de outubro de 1998, nas proximidades de
Carioba, às 18 h e 30 m (horário de Verão). Foi feita com a colaboração do Sr.
Sérgio Francisco Soares, morador da rua Diogo de Faria, n.468, no bairro
Cordenonsi. Os resultados:
Oxigênio dissolvido: 0
(zero)
Condutividade da água: 435
uS/cm
Transparência: 0,60 m.
Estes dados aliados ao da
transparência indica que abaixo dessa profundidade a vida está condenada neste
curso d'água.
ENTREVISTAS COM
MORADORES ANTIGOS DAS PROXIMIDADES
Entrevistada: D.Maria
Júlia Meneghel, moradora há mais de 50 anos na rua
Anhanguera.
(equipe) - Como era o rio há 50 anos atrás?
(D M.Julia) - Era lindo, dava até gosto de olhar.
(equipe) - Como era o relacionamento do povo com o rio?
(D M.Julia) - Era ótimo o relacionamento: lavávamos roupas nele, nadávamos e
até bebíamos da suas águas...era ótimo.
(equipe) - Encontravam peixes e outros animais por lá?
(D M.Julia) - Muitos. Peixes
eram a maioria, mas também existiam capivaras e jacarés, que viviam nos
assustando.
(equipe) - Como a Senhora se sente hoje vendo o rio?
(D M.Julia) - Indignada. O que era lindo se transformou hoje em algo muito
triste e feio.
(equipe) - Como a Senhora
acha que podemos ajudar para melhorá-lo e voltar ao que era
antes?
(D M.Julia) - Sinceramente, não sei. Acho que há mais nada a fazer, sinto-me
envergonhada, pois de certo modo contribuí para isso.
Obs. D. Maria Julia é
octogenária e é a progenitora do ex-Prefeito Carrol Meneghel.
Entrevistado: Sr. Antonio,
morador da rua Anhanguera há mais de 50 anos.
(equipe) - Como era o rio
antigamente?
Sr. Antonio - Era muito
bonito, a água era cristalina, existiam animais como capivaras e muitos peixes.
(equipe) - Como o Sr vê o
rio hoje?
Sr. Antonio - Muito triste,
pois não podemos mais pescar, beber sua água entre outras coisas. Muito chato...
(equipe) - Como o Sr acha
que nós podemos ajudar?
Sr. Antonio - Não podemos
fazer nada se as indústrias não pararem de jogar lixo. Não adianta nada.
Entrevistado: Sr Tadeu,
morador da Rua Anhanguera há muitos anos
Equipe- Como o Sr se
relacionava com o rio antigamente?
Sr Tadeu - Ligávamos bombas
para puxar água para as casas, pescávamos e outras coisas mais.
Equipe- Como podemos
contribuir para a limpeza do rio?
Sr Tadeu - As fábricas têm
que cuidar das suas sujeiras, e as Prefeituras cuidar dos esgotos das casas.
(solicite outros exemplos de
estudos interdisciplinares e Estudos do Meio à
E.E.MODULAR JOÃO XXIII
clicando na figura
abaixo)

CONTADOR ZERADO EM 09/4/2001
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